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OUTPUT · 16:9 · PNGA árvore filogenética representa hipóteses sobre as relações evolutivas entre os principais grupos de vertebrados. A raiz corresponde ao ancestral comum mais antigo incluído na análise, enquanto os nós internos indicam eventos de divergência entre linhagens. A partir deles, os ramos conduzem aos táxons terminais: peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. A topologia mostra quais grupos compartilham ancestrais comuns mais recentes e, portanto, maior proximidade filogenética. Em uma representação universitária, aves devem aparecer inseridas na linhagem dos répteis, pois descendem de dinossauros terópodes; além disso, “peixes” é uma categoria didática ampla, não necessariamente um grupo monofilético.
A leitura começa na raiz e acompanha as ramificações em direção aos táxons terminais, sem interpretar o percurso como uma escala de progresso. Cada bifurcação separa linhagens descendentes de um ancestral comum, e grupos que partem do mesmo nó imediato são táxons-irmãos. O eixo temporal, quando presente, organiza os eventos do passado para o presente e permite estimar a sequência das divergências. O comprimento dos ramos só representa tempo evolutivo ou quantidade de mudanças quando existe uma escala explicitamente indicada; em um cladograma simples, apenas a ordem dos nós é informativa. A rotação dos ramos ao redor de um nó não altera as relações filogenéticas.
A figura pode ser usada após a introdução de ancestralidade comum, cladística e grupos monofiléticos. O professor pode pedir aos estudantes que identifiquem a raiz, os nós, os táxons-irmãos e o ancestral comum mais recente entre aves e répteis ou entre aves e mamíferos. Também é útil rotacionar ramos sem alterar a topologia e solicitar uma nova leitura, demonstrando que a posição gráfica não define parentesco. A atividade prepara questões sobre homologia, sinapomorfias, monofilia, interpretação de escalas e distinção entre cladograma, filograma e cronograma.
Um nó interno representa o ancestral comum mais recente das linhagens que dele descendem. Ele também corresponde a um evento hipotético de divergência, não necessariamente a uma espécie fóssil já identificada.
Não. Em um cladograma, o comprimento é geralmente arbitrário e apenas a ordem das ramificações importa. Ele representa tempo em um cronograma ou quantidade de mudanças em um filograma, desde que haja escala e legenda.
Evidências morfológicas, fósseis e moleculares mostram que as aves descendem de dinossauros terópodes. Excluir as aves tornaria “répteis” um grupo parafilético, pois deixaria de fora parte dos descendentes de seu ancestral comum.